Equipe Trinus Corp
Telefonia e comunicação empresarial
Mais de 20 anos em infraestrutura de telecomunicações corporativa. Atuando na área desde 2001.
Resposta direta
Se o número que os clientes usam está num celular pessoal, ele pertence à pessoa, não à empresa. Quando ela sai, leva o número, o histórico das conversas e o contato de todos os clientes que falavam por ali. A saída é ter um número da empresa, que pode tocar no celular de quem você quiser sem deixar de ser seu. Se o número já existe no nome de alguém, dá para trazer por portabilidade. Ligue 0800 200 3131.
Começa pequeno e por necessidade: um vendedor usa o celular dele para falar com os clientes, porque é mais rápido. Dois anos depois, metade da carteira só sabe falar com a empresa por aquele número.
No dia em que essa pessoa sai, a empresa descobre que o canal de vendas era dela, não da empresa. Esta página explica o tamanho do risco e como desfazer isso sem perder cliente no caminho.
O que exatamente vai embora junto com a pessoa
O número
A linha está no CPF dela. Juridicamente é dela, e não existe conversa a ter sobre isso. Se ela quiser levar, leva.
O histórico
Todo o combinado com cada cliente está naquelas conversas. Prazo acertado, preço negociado, promessa feita. A empresa fica sem saber o que foi prometido para quem.
A relação
O cliente salvou o contato com o nome da pessoa, não da empresa. Quando ela chama de um número novo, o cliente atende. Quando a empresa chama, é desconhecido.
Como trazer o número para a empresa sem quebrar nada
O primeiro passo é separar o que é da empresa do que é da pessoa. O número comercial passa a ser um número da empresa, no CNPJ, e ele toca onde você quiser: no computador, no aplicativo do celular da pessoa, ou nos dois. Quem usa continua usando igual, mas o número não sai mais pela porta.
Se o número que os clientes já conhecem está no nome de um funcionário, dá para trazer por portabilidade, com a concordância dele. O número continua o mesmo para o cliente, e passa a ser da empresa. Leva alguns dias úteis e não derruba o atendimento no meio.
Se ele não concordar, ou se a saída já aconteceu, o caminho é outro: número novo da empresa, aviso para a base de clientes, e desvio do antigo enquanto durar. Dá mais trabalho e por isso vale resolver antes de precisar.
Em qualquer um dos caminhos, o ponto que não se negocia é que a conversa fique visível para a empresa. Não por desconfiança: por continuidade. Quem assumir a carteira amanhã precisa saber o que foi combinado ontem.
CPF
é de quem está o número hoje, na maior parte das empresas pequenas
0
do histórico fica com a empresa quando a pessoa sai
dias
é o que leva uma portabilidade, não semanas
“
O canal de vendas da sua empresa não pode estar no nome de alguém que pode pedir demissão amanhã.
Equipe Trinus Corp
Comunicação empresarial e TI, desde 2001
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Perguntas frequentes
O funcionário precisa concordar com a portabilidade?
Precisa, porque a linha está no nome dele. Por isso o melhor momento para tratar disso é enquanto a relação está boa, não na saída.
O cliente percebe a mudança?
Na portabilidade, não. O número é o mesmo. O que muda é de quem ele é e onde ele toca.
Dá para o vendedor continuar atendendo pelo celular dele?
Dá. Ele instala o aplicativo e atende pelo número da empresa, no aparelho dele. O que muda é que a conversa fica registrada no sistema da empresa.
Quer trazer o número da sua empresa para o CNPJ?
A gente faz o levantamento de quais números hoje estão em nome de pessoa física e monta o caminho de cada um. Ligue 0800 200 3131.
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